GlossárioRem (em frases negativas) Significado: nada |
Cantigas em que ocorre o termo A Deus grad'hoje, mia senhor, Vasco Praga de Sandim (Linha 4): no mundo já per outra rem. (Linha 17): non'a vej'e nom vejo rem A dona que eu vi por meu, Airas Veaz ou Fernão Gonçalves de Seabra (Linha 17): non'a vej'e nom vejo rem A mia senhor, que por mal destes meus, Paio Gomes Charinho (Linha 20): em que nom perde, nem gaanh'eu, rem. A rem que mi a mi mais valer, Airas Engeitado (Linha 17): Quando m'agora rem nom dá A vossa mesura, senhor, Gomes Garcia (Linha 13): por servir, nunca houve en rem, Abadessa, Nostro Senhor, Gonçalo Anes do Vinhal (Linha 30): por mi, que lhi nom minguou rem Ai amiga, tenh'eu por de bom sem, Rodrigo Anes de Alvares (Linha 13): des que me viu, nunca rem tant'amou, Ai eu! e de mim que será?, Nuno Fernandes Torneol (Linha 3): a que nom ouso dizer rem Ai mia madre, sempre vos eu roguei, Nuno Peres Sandeu (Linha 3): rem contra vós, e queredes-lhi mal, Ai mia senhor! sempr'eu esto temi, Fernão Figueira de Lemos (Linha 23): veerei rem que mi possa plazer, Ai mia senhor! tod'o bem mi a mi fal, Juião Bolseiro (Linha 13): Nem rem nom podem veer estes meus Ai mia senhor! Vêm-me conselhar, Pero Mafaldo (Linha 4): ca nunca rem por mi quisestes dar; (Linha 7): rem, per que se pague del quen'o vir. - Ai, Pai Soárez, venho-vos rogar, Martim Soares, Paio Soares de Taveirós (Linha 7): rem, per que se pague del quen'o vir. Amig'houv'eu a que queria bem, João Peres de Aboim (Linha 10): e por esto nom poss'em rem fiar: Amig', entendo que nom houvestes, João Baveca (Linha 3): à mia mesura, e nom vos val rem, Amiga, quem hoj’houvesse mandado do meu amigo, João de Requeixo (Linha 8): nom sei rem que o detenha, Amiga, quero-vos eu já dizer, Pero Gomes Barroso (Linha 19): E nom sei rem porque el ficasse Amigas, sejo cuidando, Martim Padrozelos (Linha 5): que me nom pode guarir rem Amigo, pois vos nom vi, D. Dinis (Linha 13): Des que vos nom vi, de rem Amigo, quando me levou, João Airas de Santiago (Linha 8): amigo, nom soubestes rem Amigo, se mi gram bem queredes, João de Cangas (Linha 4): Pois mi aqui rem nom podedes dizer, Ando coitado por veer, João Lopes de Ulhoa (Linha 20): ca nom m'enviou rem dizer, Aos mouros que aqui som, Pero da Ponte (Linha 2): Dom Álvaro rem nom lhis dá, As graves coitas, a quen'as Deus dar, João Soares Coelho (Linha 29): e, pois la vi, nom lh'ousei rem dizer, Assi and'eu por serviço que fiz, Gil Peres Conde (Linha 14): e nom mi fala nem dá por mi rem. Atanto querria saber, Martim Moxa (Linha 20): e nom lh'ousa falar em rem Bem poss'Amor e seu mal endurar, Martim Moxa (Linha 27): rem nom daria, se houvess'o seu Bem sabia eu, mia senhor, Afonso X (Linha 4): de rem, pois vos eu nom visse, Bem viu Dona Maria, João Vasques de Talaveira (Linha 3): rem na mia esmoleira. Ben'o faria, se nembrar, João Soares Somesso (Linha 18): rem per que eu possa guarir. Chus mi tarda, mias donas, meu amigo, João Garcia de Guilhade (Linha 6): que nunca rem dormisse. Cirola vi [eu] andar-se queixando, Afonso X (Linha 5): log'entendi que nom dissera rem Coitada sejo no meu coraçom, Vasco Peres Pardal (Linha 14): nom dou eu rem, ca, se coita sofrer Com coitas d'amor, se Deus mi perdom, João Airas de Santiago (Linha 3): valem rem, porque [a]tam muitos som; Com gram coita sol nom posso dormir, Pero de Armea (Linha 2): nem vejo rem de que haja sabor, Cuidava-m'eu que amigos havia, Pero Garcia Burgalês (Linha 13): podia rem e poderia haver D'ũa cousa sõo maravilhado, Pero Garcia Burgalês (Linha 12): e rem de seu haver nom lhi leixou, D'um tal ric'home ouç'eu dizer, Pero da Ponte (Linha 31): pois s'end'el nom ajuda rem? De [Dom] Fernam Diaz Estaturão, Pero da Ponte (Linha 17): que nunca por molher rem [nom] quis dar, De como mi ora com el-rei aveo, Afonso Fernandes Cubel (Linha 3): el do seu haver rem nom me quer dar De morrerdes por mi gram dereit'é, D. Dinis (Linha 20): que nom hei rem que vos i gradecer. De quant'eu sempre desejei, João Soares Somesso (Linha 2): de mia senhor, nom end'hei rem; De vos servir, mia senhor, nom me val, Afonso Sanches (Linha 2): pois nom atendo de vós rem e al Des hojemais me quer'eu, mia senhor, Anónimo 4 (Linha 13): rem; mais nom poss'eu sofrer des aqui Des quando me mandastes, mia senhor, Fernão Rodrigues de Calheiros (Linha 14): que nom falecedes, senhor, em rem, Desej'eu bem haver de mia senhor, João Airas de Santiago (Linha 12): em que nom perça rem de seu bom prez, Desej'eu muit'a veer mia senhor, Airas Carpancho (Linha 3): nom lh'hei a dizer rem Deu'lo sab'hoje, mia senhor, Vasco Praga de Sandim (Linha 2): (a quem se nom asconde rem, Deus, meu Senhor, se vos prouguer, Vasco Praga de Sandim (Linha 9): que nunca mi há rem de fazer Direi verdade, se Deus mi perdom, Pero Gomes Barroso (Linha 14): nem ar hei [rem] que lhi gradesca i, Diz meu amigo que me serve bem, Gomes Garcia (Linha 2): e que rem nom lhe nembra senom mim, Diz meu amigo que, u nom jaz al, João Airas de Santiago (Linha 9): do meu rem, senom quando m'eu quiser, Diz meu amigo tanto bem de mi, João Airas de Santiago (Linha 5): em quant'el diz, nom lhi gradesc'eu rem, Diz, amiga, o que mi gram bem quer, João Airas de Santiago (Linha 2): que nunca mais mi rem demandará, Dizem, amigo, que outra senhor, João Airas de Santiago (Linha 9): me vos filhass', e já vos nom val rem, - Dizem, senhor, ca dissestes por mi, Paio Gomes Charinho (Linha 8): quero que moiro, que rem nom me val, (Linha 3): mais nom sabem de mia fazenda rem; Dizem-mi as gentes por que nom trobei, Anónimo 2 ou João Peres de Aboim (Linha 3): mais nom sabem de mia fazenda rem; Do que sabia nulha rem nom sei, Pero Gomes Barroso (Linha 25): E nom daria rem por viver i Dom Estêvam diz que desamor, Airas Peres Vuitorom (Linha 16): Ca rem nom vêe, assi Deus mi perdom, (Linha 4): e lhi rem nom ousa dizer - Dom Garcia Martĩins, saber, Pero da Ponte, Garcia Martins (Linha 4): e lhi rem nom ousa dizer Dom Pero Núnez era em Cornado, João Airas de Santiago (Linha 7): de que Dom Pero nom foi rem pagado. Donas, fezerom ir daqui, João Garcia (Linha 8): que rem nom lhi possa valer, Elvir', a capa velha dest'aqui, Pedro Amigo de Sevilha (Linha 19): ca pera corte sei que nom val rem Em almoeda vi estar, Pero da Ponte (Linha 18): E o ric'home disse: - Rem; Em muit'andando, cheguei a logar, Martim Moxa (Linha 6): e lousin[h]ar e rem nom lhi dizer Em que grave dia, senhor, [em] que me vos Deus fez veer!, Nuno Rodrigues de Candarei (Linha 2): Ca nunca vos eu rem roguei que vós quiséssedes fazer. Em Sam Momed', u sabedes, João de Cangas (Linha 13): por mi e rem nom lhi val, Esta senhor, que ora filhei, Rui Fernandes de Santiago (Linha 8): meresco eu desta sanha rem, Estas donzelas que aqui demandam, João Garcia de Guilhade (Linha 22): E de tal preito nom sei end'eu rem; Estes que ora dizem, mia senhor, João Vasques de Talaveira (Linha 3): pois en nunca per mi souberom rem, Eu fiz mal sem qual nunca fez molher, João Lopes de Ulhoa (Linha 6): pod'el saber rem do meu coraçom. Eu me coidei, u me Deus fez veer, João Soares Coelho (Linha 20): todas as outras donas nom som rem Falei noutro dia com mia senhor, Airas Nunes (Linha 13): e des ali nom lh'ousei dizer rem, Fals'amigo, per bõa fé, Afonso Mendes de Besteiros (Linha 3): outra molher, e por mi rem Gradesc'a Deus que me vejo morrer, Fernão Gonçalves de Seabra (Linha 5): praz-me muito porque nom sabem rem Hom'a que Deus bem quer fazer, Fernão Garcia Esgaravunha (Linha 3): a que nom ouse rem dizer, Id'é meu amigo daqui, Rui Fernandes de Santiago (Linha 13): Que viss'eu que nom dava rem Ir-vos queredes, amigo, [daqui], Sancho Sanches (Linha 6): e nom há de si nem de rem sabor. Ir-vos queredes, mia senhor, Nuno Fernandes Torneol (Linha 3): que nunca soube rem amar (Linha 32): - Joam Vaásquiz, nom dizedes rem, - Joan'Airas, ora vej'eu que há, João Airas de Santiago, João Vasques de Talaveira (Linha 32): - Joam Vaásquiz, nom dizedes rem, Joam Fernández, o mund'é torvado, João Soares Coelho (Linha 16): nen'o malado [e]no senhor rem, Joam Rodriguiz foi desmar a Balteira, Afonso X (Linha 19): ca delgada para gata rem nom val; (Linha 15): - Joam Vaásquez, nunca roubei rem, - Joam Vaásquez, moiro por saber, João Vasques de Talaveira, Lourenço (Linha 15): - Joam Vaásquez, nunca roubei rem, Jurava-m'hoje o meu amigo, Pedro Anes Solaz (Linha 15): e por aquesto já lhi rem nom val Lourenço nom mi quer creer, Pedro Amigo de Sevilha (Linha 11): podedes que nom sabe rem Mais de mil vezes cuid'eu eno dia, Pero Garcia Burgalês (Linha 6): nom lhe digo, de quanto cuido, rem, Mais desguisadamente mi vem mal, Martim Peres Alvim (Linha 17): e se eu rem nom soubess'entender Mal conselhado que fui, mia senhor, Martim Soares (Linha 26): nem mi val rem de queixar-m'end'assi, Mal me tragedes, ai filha, por que quer'haver amigo, Juião Bolseiro (Linha 13): Pois eu nom hei meu amigo, nom hei rem do que desejo, Meus amigos, direi-vos que m'avém, Pero Garcia Burgalês (Linha 8): Por atal moir', e nom lhi digo rem Meus amigos, muit'estava eu bem, João Vasques de Talaveira (Linha 20): dona a que nom ouso rem dizer. Meus amigos, oimais quero dizer, Pero Garcia Burgalês (Linha 20): ca lhi fez El que lhi nom míngua rem Meus amigos, pois me Deus foi mostrar, João de Gaia (Linha 4): e meu trobar nunca me valeu rem Meus amigos, que sabor haveria, João Soares Coelho (Linha 13): Ca nom vivera rem do que vivi, Meus amigos, quero-vos eu dizer, Pero de Armea (Linha 24): nom tem'eu rem mia morte, nem morrer. Meus amigos, tam desaventurado, Pedro Amigo de Sevilha (Linha 11): ela com outr', e nom dê por mim rem; (Linha 22): per rem nom mi o tenhades - Mia senhor, vim-vos rogar, Airas Moniz de Asma, Airas Moniz de Asma (Linha 33): u rem nom adubades? Moitos s'enfingem que ham gaanhado, Pedro Amigo de Sevilha (Linha 6): ca jur'a Deus que nunca mi deu rem Muito bem mi podia Amor fazer, Vasco Peres Pardal (Linha 2): se el quisess', e nom perder i rem; Muitos dizem com gram coita d'amor, Paio Gomes Charinho (Linha 16): rem. Por end'a que m'estas coitas dá Muitos têm hoje por meu trobar, Vasco Praga de Sandim (Linha 7): Pero Deus sabe - a que se rem negar Nom sei no mundo outro homem tam coitado, Pedro Amigo de Sevilha (Linha 6): senom por algo; eu nom lhi dou rem, Nom soube que x'era pesar, Vasco Gil (Linha 5): u lhe nom possa rem dizer Nostro Senhor Deus! e por que neguei, Rui Queimado (Linha 12): E pero nunca lh'ousei dizer rem Nostro Senhor! que nom fui guardado, João Lopes de Ulhoa (Linha 24): pois mia senhor nom quer por mi dar rem, Nostro Senhor, com'eu ando coitado, Martim Soares (Linha 13): E pois eu entendo que rem nom valho, Nostro Senhor, hajades bom grado, D. Dinis (Linha 14): bom grado, mais desto nom fora rem Nostro Senhor, que me fez tanto mal, João Lopes de Ulhoa (Linha 21): nom será rem, se m'oir esta vez, Nulh'home nom pode saber, Fernão Padrom (Linha 9): a que nom ouso dizer rem O meu amigo, forçado d'amor, João Airas de Santiago (Linha 8): u é com sa senhor, nom dorme rem; (Linha 20): nom quer amig'e nem dá por el rem. O meu amigo, que mi gram bem quer, Pedro Amigo de Sevilha ou João Vasques de Talaveira (Linha 20): nom quer amig'e nem dá por el rem. O voss'amigo foi-s'hoje daqui, Galisteu Fernandes (Linha 3): porque nom ousou vosco falar rem, O voss'amig', ai amiga, D. Dinis (Linha 7): Nom hei rem que vos asconda Oimais nom há rem que mi gradecer, Afonso Mendes de Besteiros (Linha 1): Oimais nom há rem que mi gradecer Oimais nom sei eu, mia senhor, Rui Gomes, o Freire (Linha 2): rem per que eu possa perder Oimais, amiga, quer'eu já falar, Rui Martins de Ulveira (Linha 23): de sa fala nom hei rem que temer. Ora começa o meu mal, Rui Fernandes de Santiago (Linha 2): de que já nom temia rem; Ora nom moiro, nem vivo, nem sei, Bonifaci Calvo (Linha 2): como me vai, nem rem de mi, senom Ora tenh'eu que hei razom, Fernão Rodrigues de Calheiros (Linha 6): de quand'en nom sabia rem? Ora veerei, amiga, que fará, João Baveca (Linha 5): que nom hei eu poder de fazer rem Ora vej'eu que xe pode fazer, Pero Garcia Burgalês (Linha 30): bem cuido dela que nom desse rem, Ou é Meliom Garcia queixoso, D. Dinis (Linha 12): nom cata rem do que catar devia; Ouç[o] eu dizer um verv'aguis[a]do, Estêvão Fernandes d'Elvas (Linha 17): de tod'est'a mim nom fal ende rem, Par Deus, ai dona Leonor , Rui Pais de Ribela (Linha 11): que nom soub'El no mundo rem Par Deus, coraçom, mal me matades, Airas Nunes (Linha 13): u est a dona que rem nom quer dar Par Deus, senhor, sei eu mui bem, Vasco Praga de Sandim (Linha 4): Mais se o sei, nom ar sei rem Parti-m'eu de vós, mia senhor, João Vasques de Talaveira (Linha 6): de rem, u vos nom vi, prazer! (Linha 34): diz Balteira que todo nom é rem. - Pedr'Amigo, quero de vós saber, Pedro Amigo de Sevilha, Vasco Peres Pardal (Linha 34): diz Balteira que todo nom é rem. Per bõa fé, fremosa mia senhor, Vasco Praga de Sandim (Linha 10): porque nom sei eu rem no mund'amar Per quaes novas hoj'eu aprendi, Martim de Caldas (Linha 6): que lhe nom nembre do que cuida rem. Pero d'Ambroa, sempr'oí cantar, Gonçalo Anes do Vinhal (Linha 7): nem dades rem por tormenta do mar. Pero que mia senhor nom quer, Fernão Rodrigues de Calheiros (Linha 21): nunca lhi rem demandarei. Pois mia ventura tal é já, D. Dinis (Linha 26): e vós nom perdedes i rem, Pois que se nom sente a mia senhor, Airas Carpancho (Linha 10): de morrer e se queria vivo...? Pois tam muit'há que mia senhor nom vi, Fernão Fernandes Cogominho (Linha 5): jamais por coita nunca rem darei, Por Deus vos rogo, madre, que mi digades, Lopo (Linha 7): Nunca vos fiz rem que nom devess'a fazer Por Deus, amiga, pês-vos do gram mal, D. Dinis (Linha 6): de que eu nem vós nom soubemos rem. - Por Deus, amiga, provad'um dia, Vasco Peres Pardal (Linha 8): dizerdes que nom dades por el rem Por Deus, amiga, punhad'em partir, Pero Viviães (Linha 3): - Nom mi o digades, ca vos nom val rem, - Por Deus, amiga, que pode seer, Galisteu Fernandes (Linha 24): - Se morrer, moira, ca nom dou eu rem Por Deus, amigas, que será,, João Garcia de Guilhade (Linha 2): pois [j]á o mundo nom é rem, Por Deus, que vos fez, mia senhor, Vasco Praga de Sandim (Linha 4): rem contra vós, e que far[ei]? Por Deus, senhor, e ora que farei, Vasco Praga de Sandim (Linha 19): por tod'esto nom daria eu rem, - Por meu amig', amiga, preguntar-, Pedro Amigo de Sevilha (Linha 18): nom fazer rem que mi tenham por mal. Por nom saberem qual bem desejei, Fernão Gonçalves de Seabra (Linha 5): que desej'o bem por que nom dou rem, Por partir pesar que [eu] sempre vi, Estêvão da Guarda (Linha 20): ela per mim rem do que lh'é prazer. Punhar quer'ora de fazer, Vasco Gil (Linha 8): que os nom pod'en guardar rem; Quand'eu d'Olide saí, Pero da Ponte (Linha 14): crás nom é rem o jantar. Quand'eu estou sem mia senhor, João Soares Somesso (Linha 6): que nunca lh'ouso dizer rem. Quand'eu nom podia veer, Rui Fernandes de Santiago (Linha 10): nom cuidava teer en rem Quand'eu um dia fui em Compostela, Pedro Amigo de Sevilha (Linha 22): Eu nom sei rem que lhi dissess'ali; Quand'hoj'eu vi per u podia ir, João Lopes de Ulhoa (Linha 6): que nom vi rem e chamei muito Deus! Quant'eu mais donas mui bem parecer, Rui Pais de Ribela (Linha 9): bem verá que cab'ela nom som rem; Quantas coitas, senhor, sofri, Rui Fernandes de Santiago (Linha 7): come se nunca fosse rem. Quant'há, senhor, que m'eu de vós parti, D. Dinis (Linha 9): que nom vi prazer nem pesar de rem; Quanto durou este dia, Vasco Rodrigues de Calvelo (Linha 8): e nom há rem que detenha Que grave coita que m'é [de] dizer, Martim Moxa (Linha 4): em vós e nom vos ous'en rem dizer. Que mui de grad'eu querria fazer, Paio Gomes Charinho (Linha 17): com'eu perdi? E quando falo, rem Que pret'esteve de me fazer bem, João Mendes de Briteiros (Linha 21): a vós que nom déssedes por mi rem. Que sem mesura Deus é contra mi!, Vasco Gil (Linha 13): E des oimais nom pode El saber rem Quem diz de Dom 'Stêvam que nom vê bem, João Soares Coelho (Linha 3): e [eu] mostrar-lh'-ei que nom disse rem Quem hoj'houvesse, Lopo Lias (Linha 22): haver deu rem, Quer'eu, amigas, o mundo loar, João Garcia de Guilhade (Linha 20): [já] nunca lhi Deus dê en'ele rem. Quero-vos eu dizer, senhor, Fernão Rodrigues de Calheiros (Linha 7): e nom dardes vós por mi rem. Roga-m'hoje, filha, o voss'amigo, D. Dinis (Linha 14): nom vej'eu rem que vós i perçades, Rogaria eu mia senhor, João Nunes Camanês (Linha 4): que lhe nom ouso falar rem Sazom sei eu que nom ousei dizer, Pero Mendes da Fonseca (Linha 4): e ora já nom hei rem que temer, Se Deus me valha, mia senhor, Pero Garcia Burgalês (Linha 4): que o sandeu nom sabe rem Se eu ousass'a Maior Gil dizer, Vasco Rodrigues de Calvelo (Linha 19): Mais de tod'esto nom lhe dig'eu rem, Se eu soubesse, u eu primeiro vi, Pero Garcia Burgalês (Linha 21): moir'eu e nom lhe posso rem dizer. Se eu, amigos, u é mia senhor, João de Gaia (Linha 5): rem nom daria; mais, pois assi é Sei eu, donas, que nom quer tam gram bem, Pedro Amigo de Sevilha (Linha 24): mais nom poderom de mim rem haver. Senhor de mi e do meu coraçom, Rodrigo Anes de Vasconcelos (Linha 22): E, mia senhor, nunca eu direi rem Senhor do mui bom parecer, Pero Mafaldo (Linha 12): em mim e nom guaanhardes rem Senhor fremosa do bom parecer, João Airas de Santiago (Linha 4): por vós, nom mi queredes rem dizer, Senhor fremosa, des quando vos vi, Afonso Fernandes Cebolhilha (Linha 14): nem oir rem do que por vós sofri. Senhor fremosa, grand'enveja hei, Vasco Praga de Sandim (Linha 15): haja de mi - que nom hei de vós rem Senhor fremosa, par Deus, gram razom, Vasco Praga de Sandim (Linha 13): nom me quitará rem, eu ben'o sei, Senhor fremosa, pois me nom queredes, Martim Soares (Linha 14): vivo, pois vós por meu mal rem nom dades. Senhor fremosa, pois que Deus nom quer, Paio Gomes Charinho (Linha 30): vós nom vivera rem do que vivi: - Senhor fremosa, si veja prazer, Martim Peres Alvim (Linha 9): pois vos nom vi, nom vi prazer de rem. Senhor, que Deus mui melhor parecer, Rui Queimado (Linha 23): nunca vós i rem podedes perder Sueir'Eanes, nunca eu terrei, Pero da Ponte (Linha 4): que de trobar nom sabíades rem; (Linha 9): pero nunca lhe vejo menguar rem; Suer'Fernándiz, si veja plazer, Fernão Rodrigues Redondo ou Rodrigo Anes Redondo (Linha 9): pero nunca lhe vejo menguar rem; Tam grave dia vos eu vi, Airas Engeitado (Linha 23): mais nunca vos rem pedirei. Tam muit'há já que nom vi mia senhor, Rui Pais de Ribela (Linha 15): vee-la hom'e rem nom lhe dizer; Tanto me senç'ora já coitado, Vasco Praga de Sandim (Linha 3): nom haja rem de me valer; Ũa dona de que falar oí, Pero Viviães (Linha 10): rem que me guarde de morte por en; Um dia que vi mia senhor, Rui Pais de Ribela (Linha 6): que lhe nom pude rem dizer. Vai meu amigo com el-rei morar, João Airas de Santiago (Linha 8): e [a] mia sanha non'a tem em rem; Vedes, amigas, meu amigo vem, João Soares Coelho (Linha 4): e de tal preito nom sei end'eu rem; Vedes, amigo, ond'hei gram pesar:, João Airas de Santiago (Linha 16): nunca lhis mais podem entender rem; - Venh'eu a vós, mia senhor, por saber, João Lobeira (Linha 2): do que bem serve e nom falec'em rem Vistes tal cousa, senhor, que mi avém, João Mendes de Briteiros (Linha 8): que rem nom vejo, par Deus, mia senhor; Vivo coitad'em tal coita d'amor, Vasco Rodrigues de Calvelo (Linha 7): Vivo coitad'e sol nom dormio rem Vi-vos, madre, com meu amig'aqui, D. Dinis (Linha 19): E, pero m'eu da fala nom sei rem, Vós mi defendestes, senhor,, D. Dinis (Linha 2): que nunca vos dissesse rem (Linha 7): nom pode rem com el-rei adubar. - Vós que soedes em corte morar, Martim Moxa ou Anónimo (Linha 7): nom pode rem com el-rei adubar. (Linha 38): que do vosso nom é cousa negada, - Vós, Dom Josep, venho eu preguntar, Estêvão da Guarda, Josepe (Linha 38): que do vosso nom é cousa negada, Vós, que vos em vossos cantares meu, D. Dinis (Linha 3): que nom dou eu por tal enfinta rem, Vossa menag', amigo, nom é rem, João Baveca (Linha 1): Vossa menag', amigo, nom é rem, |

