GlossárioSem Significado: senso, razão, juízo |
Cantigas em que ocorre o termo A Deus grad'hoje, mia senhor, Vasco Praga de Sandim (Linha 11): perda do corpo e do sem, A guarir nom hei per rem , Rui Pais de Ribela (Linha 3): quero, ca perço o sem: A mais fremosa de quantas vejo, Anónimo de Santarém (Linha 14): o sem, amigo, e ando mudo; A mia senhor que eu por mal de mi, D. Dinis (Linha 15): moir'e perdi o sem e a razom, A vós fez Deus, fremosa mia senhor, Pero de Armea (Linha 5): dona do mund[o] e de melhor sem: Ai boa dona, se Deus vos perdom, Estêvão Fernandes d'Elvas (Linha 14): vos Deus fez mais fremosa e em sem Ai Deus! Que grave coita de sofrer:, Pero Garcia Burgalês (Linha 15): perdi o dormir e perdi o sem, Ai eu coitad'! e por que vi, Pero Garcia Burgalês (Linha 25): nem outre já, mentr'eu o sem Ai eu coitad'! em que coita mortal, João Soares Somesso (Linha 13): o sem, pois por ela ensandeci. Ai mia senhor e meu lum'e meu bem!, Pero Garcia Burgalês (Linha 14): Deus e amigos e esforç'e sem. Algũa vez dix'eu em meu cantar, Martim Moxa (Linha 30): guardar-m'hei sempr'; e o que sem houver, Amigo, pois vos nom vi, D. Dinis (Linha 14): nom vi prazer e o sem Amigos, des que me parti, Anónimo de Santarém (Linha 10): vee-la, perdud'hei o sem. Amor fez a mim amar, D. Dinis (Linha 35): que nom hei força nem sem; Bem devíades, mia senhor, Nuno Rodrigues de Candarei (Linha 10): e veedes meu sem perder Bispo, senhor, eu dou a Deus bom grado, Estêvão da Guarda (Linha 17): quand'el souber que, pelo vosso sem, Cativo! mal conselhado!, Martim Moxa (Linha 21): com sem e com lealdade, Coitado vivo mais de quantos som, Pedro Amigo de Sevilha (Linha 2): no mund', amigos, e perço meu sem Com gram coita sol nom posso dormir, Pero de Armea (Linha 14): houvi tal coita que perdi meu sem Cuidou-s'Amor que logo me faria, João Garcia de Guilhade (Linha 2): per sa coita o sem que hei perder; De mia senhor direi-vos que mi avém:, Rui Queimado (Linha 9): o sem mui cedo com coita que hei. (Deus te salve, Gloriosa), Afonso X (Linha 22): gram sem e cordura Do que bem serve sempr'oí dizer, Estêvão da Guarda (Linha 18): se houver sem, que bem pode entender (Linha 10): vos quer'eu e dizer meu sem: - Dom Garcia Martĩins, saber, Garcia Martins, Pero da Ponte (Linha 10): vos quer'eu e dizer meu sem: Em grave dia, senhor, que vos vi, João Soares Coelho (Linha 10): Ca per vós perdi tod'est'e o sem Em que afã que hoje viv'! E sei, João Lopes de Ulhoa (Linha 6): atal por que hei perdudo meu sem Já 'gora meu amigo filharia, Lourenço (Linha 9): que nom dorme [já], nem há sem consigo, (Linha 25): perd'el o cantar e o sem; - Joam Soárez, comecei, João Soares Coelho, João Peres de Aboim (Linha 25): perd'el o cantar e o sem; Meus amigos, direi-vos que m'avém, Pero Garcia Burgalês (Linha 14): teend[o-lh']olho, saio de meu sem! Meus amigos, pese-vos do meu mal , Vasco Rodrigues de Calvelo (Linha 6): ca já perdi o dormir e o sem Meus amigos, quero-vos eu dizer, Pero de Armea (Linha 3): vem-mi tal coita que perço meu sem Mia madre, pois se foi daqui, Pero da Ponte (Linha 20): eu perço [i] por el o sem Mim fez meter meu coraçom, Fernão Rodrigues de Calheiros (Linha 9): pois nom hei já sem nem saber Mim prês forçadament'Amor, Osoiro Anes (Linha 19): que nom hei já sem, nem poder Muito bem mi podia Amor fazer, Vasco Peres Pardal (Linha 3): mais nom quer el e perç'eu já o sem; Muitos que mi oem loar mia senhor, João Lobeira (Linha 7): Fal'eu da sa bondad'e do seu sem, Muitos vej'eu que, com mêngua de sem, Fernão Gonçalves de Seabra (Linha 8): Nem ar catam como perdem seu sem Nẽum conselho, senhor, nom me sei, Fernão Garcia Esgaravunha (Linha 7): E perdud'hei o dormir e o sem Nostro Senhor! como jaço coitado, Martim Soares (Linha 3): que me tolheu o sem e, mal pecado!, O gram prazer e gram viç'em cuidar, Martim Moxa (Linha 18): cuidar me tolh'o dormir e o sem: O gram viç'e o gram sabor, D. Dinis (Linha 17): Deus, que lhi deu sem, com bom prez, O meu amigo que por mim o sem, Estêvão Fernandes d'Elvas (Linha 1): O meu amigo que por mim o sem O meu amigo queixa-se de mi, Gonçalo Anes do Vinhal (Linha 3): e diz que perdeu já por mi o sem O que conselh'a mim de m'eu quitar, Martim Soares (Linha 8): tal conselho, em que perde seu sem; O que Valença conquereu, Pero da Ponte (Linha 15): Ca Deus lhi deu esforç'e sem O voss'amig', amiga, vi andar, D. Dinis (Linha 9): e perdud'[há] o sem e a color, Ora nom dev'eu preçar parecer, Rui Fernandes de Santiago (Linha 2): nem palavra que eu haja, nem sem, Ora veerei, amiga, que fará, João Baveca (Linha 20): nom sab'andar em tal preito com sem. Ora vej'eu que fiz mui gram folia, Pero Garcia Burgalês (Linha 2): e que perdi ali todo meu sem Os privados, que d'el-rei ham, Pedro, conde de Barcelos (Linha 15): Se[u] sem ou seu saber é tal Par Deus, senhor, Afonso X (Linha 14): que já o sem Per bõa fé, meu amigo, João Garcia de Guilhade (Linha 15): e em sem e em loucura, Per bõa fé, meu coraçom, Vasco Praga de Sandim (Linha 19): sem que eu i soubi seer; Pero tant'é meu mal d'amor, Rui Fernandes de Santiago (Linha 14): o sem, nem lhi cuid'a guarir, Pois ante vós estou aqui, D. Dinis (Linha 14): per que o dormir e o sem Pois contra vós nom me val, mia senhor, Pero Garcia Burgalês (Linha 10): per que perdi o dormir e o sem, Pois que se nom sente a mia senhor, Airas Carpancho (Linha 7): Pois o d[ormir] e o sem perdi, Pola verdade que digo, senhor, Pero Garcia Burgalês (Linha 9): - se nom perder aqueste sem que hei, Polo meu mal filhou-[s'ora] el rei, Lopo (Linha 10): e veed'ora qual é o meu sem: Por vos veer vim eu, senhor , Vasco Rodrigues de Calvelo (Linha 15): e pois é tod'em vosso sem, Porque nom ous'a mia senhor dizer, Vasco Rodrigues de Calvelo (Linha 9): que me tolheu o dormir e o sem. Qual senhor devia filhar, Martim Soares (Linha 11): per bom sem e per parecer. Quand'eu vi a dona que nom cuidava, Pedro Amigo de Sevilha (Linha 11): o seu amor já fora de meu sem Quand'eu bem meto femença, D. Dinis (Linha 14): nom vos viu ou nom há sem. Que alongad'eu ando d'u iria, Pero Garcia Burgalês (Linha 29): o sem; e mais vos end'ora diria: [Nostro Senhor] me guisou de viver, Anónimo 4 (Linha 9): senom de Deus que me tolhe o sem Que mi queredes, ai madr'e senhor?, João Lopes de Ulhoa (Linha 9): meu amigo, por que perço o sem Que razom cuidades vós, mia senhor, D. Dinis (Linha 17): ca sempre foi meu saber e meu sem Quem bõa dona gram bem quer, João Soares Somesso (Linha 25): Ca todo [seu] sem perderá Quem me podia defender, Gil Peres Conde (Linha 10): que me sacará de meu sem Quem vos mui bem visse, senhor, D. Dinis (Linha 10): que, se nom perdess'ant'o sem, (Linha 18): como a veja sem med', e com sem Quer'eu agora já meu coraçom, Mem Rodrigues Tenoiro ou Afonso Fernandes Cebolhilha (Linha 18): como a veja sem med', e com sem (Linha 34): de pouco sem, [e] nom cho creerei. - Rodrig'Eanes, queria saber, Rodrigo Anes de Alvares, Lourenço (Linha 34): de pouco sem, [e] nom cho creerei. Se eu soubesse, u eu primeiro vi, Pero Garcia Burgalês (Linha 12): que nẽum sem nem sentido nom hei; Sempr'ando cuidando em meu coraçom, Rui Queimado (Linha 13): se prol m'é d'ir i, se nom; e meu sem Senhor fremosa, convém-mi a rogar, Fernão Garcia Esgaravunha (Linha 5): que El cofonda vós e vosso sem Senhor fremosa, grand'enveja hei, Vasco Praga de Sandim (Linha 7): senhor, sem fala e sem tod'o sem: Senhor fremosa, já nunca será, Anónimo 4 (Linha 3): se eu por vós moiro, porque o sem Senhor fremosa, par Deus, gram razom, Vasco Praga de Sandim (Linha 27): nom der de vós, senhor, nom me dê sem Senhor fremosa, quant'eu cofondi, Fernão Garcia Esgaravunha (Linha 2): o vosso sem e vós e voss'amor, Senhor fremosa, vejo-vos queixar, D. Dinis (Linha 14): que sem nem força nom hei já de mi; Senhor, eu vivo muit'a meu pesar, Vasco Rodrigues de Calvelo (Linha 18): que já perdi o dormir e o sem. Senhor, per vós sõo maravilhado, Pero Garcia Burgalês (Linha 12): ou por perder, senhor, entom o sem: Senhor, que mal vos nembrades, D. Dinis (Linha 18): e tod'o meu sem cobrarei Senhor, se o outro mundo passar, Estêvão Peres Froião (Linha 6): ca por vós perço Deus e sis'e sem, Tal sazom foi em que eu já perdi , Pedro, conde de Barcelos (Linha 12): que de bom prez e sem e parecer Tanto me senç'ora já coitado, Vasco Praga de Sandim (Linha 5): tal me tem já que nom hei sem Três moças cantavam d'amor, Lourenço (Linha 10): E diss'a por que perço o sem Ũa donzela quis eu mui gram bem, João Soares Somesso (Linha 4): anda perdudo e fora de sem (Linha 33): que viva é e comprida de sem - Vaasco Martins, pois vós trabalhades, Afonso Sanches, Vasco Martins de Resende (Linha 33): que viva é e comprida de sem Veerom-m'ora preguntar, Fernão Fernandes Cogominho (Linha 3): o sem; [e] dixi-lhis assi, Voss'amigo quer-vos sas dõas dar, João Airas de Santiago (Linha 16): e dized'ora qual é vosso sem: |

