E mal día non ensando ei

Judith R. Cohen , Produtor, Direcção musical, Reconstrução da melodia, canto, viela de arco medieval, percussões tradicionais
Tamar Ilana Cohen Adams , canto, percussões tradicionais
Eduardo Paniagua , Produtor, flautas, kanun, precussões tradicionais

Contrafactum
1997


Musicians involved

Compositor: Afonso X
Direcção musical: Judith R. Cohen
Percussões tradicionais: David Mayoral
Alaúde árabe, viola, percusões tradicionais: Wafir Sheikh
Flautas, kanun, precussões tradicionais: Eduardo Paniagua
Canto, percussões tradicionais: Tamar Ilana Cohen Adams
Canto, viela de arco medieval, percussões tradicionais: Judith R. Cohen
Produtor: Eduardo Paniagua
Produtor: Judith R. Cohen
Reconstrução da melodia: Judith R. Cohen


Listen to song


Source: Versão áudio gentilmente cedida por Judith R. Cohen.

Recording

Empezar Quiero Contar: Canciones de Sefarad
Judith R. Cohen, Tamar Ilana Cohen Adams, Eduardo Paniagua, Wafir Sheik, David Mayoral
(CD)      (Source9)
Year: 2000, Madrid, Pneuma

Contrafactum de Judith R. Cohen a partir da Cantiga de Santa Maria 49, de Afonso X. Esta versão musical e a de uma outra cantiga de Vidal - "Moir, e faço dereito" - estão incluídas na mesma faixa (9) do Cd "Empezar Quiero Contar: Canciones de Sefarad".

Original cantiga Faz-m'agora por si morrer

Faz-m'agora por si morrer,
e traz-me mui coitado,
mia senhor do bom parecer
e do cós bem talhado;
a por que hei morte a prender
come cervo lançado,
que se vai do mund'a perder
da companha das cervas.
       E mal dia nom ensandeci
       e pasesse das ervas
       e nom viss'u primeiro vi,
       a mui fremosinha d'Elvas.
Que [...]
[...]
[...]
[...]
[...]
[...]
[...]
[...]
       [E mal dia nom ensandeci
       e pasesse das ervas
       e nom viss'u primeiro vi,
       a mui fremosinha d'Elvas.]
Oimais a morrer me convém,
ca tam coitado sejo
pola mia senhor do bom sem,
que am'e que desejo,
e que me parec'er tam bem
cada que a eu vejo,
que semelha rosa que vem,
quando sal d'antr'as relvas.
       E mal dia nom ensandeci
       e pasesse das ervas
       e nom viss', u primeiro vi,
       a mui fremosinha d'Elvas.