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  (line 11)

João Baveca


 Vossa menag', amigo, nom é rem,      ←
ca, de pram, houvestes toda sazom      ←
a fazer quant'eu quisesse e al nom,      ←
e por rogo nem por mal nem por bem      ←
5       sol nom vos poss'esta ida partir.      ←
  
Nunca vos já de rem hei a creer,      ←
ca sempr'houvestes a fazer por mi      ←
quant'eu mandass', e mentides-m'assi;      ←
e, pero faç'i todo meu poder,      ←
10       sol nom vos poss'esta ida partir.      ←
  
 Que nom houvess'antre nós qual preito há,      ←
 per qual [bem] vos foi sempre [mui] mester       ←
devíades por mi a fazer que quer;      ←
e, pero vos mil vezes roguei já,      ←
15       sol nom vos poss'esta ida partir.      ←



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General note:

A donzela queixa-se ao seu amigo: a vassalagem que ele lhe jurou (fazer preito e menagem era o juramento de fidelidade feudal), obrigando-se a fazer sempre tudo o que ela quisesse, pelos vistos nada vale, já que, por mais que ela lhe peça, não consegue convencê-lo a não partir.
As duas cantigas seguintes parecem relacionar-se narrativamente com esta.



General note


Description

Cantiga de Amigo
Refrão
Cobras singulares
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Manuscript sources

B 1228, V 833

Cancioneiro da Biblioteca Nacional - B 1228

Cancioneiro da Vaticana - V 833


Musical versions

Originals

Unknown

Contrafactum

Unknown

Modern Composition or Recreation

Unknown