João de Cangas


Amigo, se mi gram bem queredes,
id'a Sam Momed'e veer-m'-edes
       hoj', e nom mi mençades, amigo.
  
Pois mi aqui rem nom podedes dizer,
5id'u hajades comigo lezer
       hoj', e nom mi mençades, amigo.
  
Serei vosc'em Sam Momede do Mar,
na ermida, se mi o Deus aguisar,
       hoj', e nom mi mençades, amigo.



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Nota geral:

A donzela pede ao seu amigo para ir ter com ela à ermida de S. Mamede, e poderão ver-se naquele próprio dia - mas para ir mesmo, e não lhe mentir.



Nota geral


Descrição

Cantiga de Amigo
Refrão
Cobras singulares
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Fontes manuscritas

B 1269, V 875

Cancioneiro da Biblioteca Nacional - B 1269

Cancioneiro da Vaticana - V 875


Versões musicais

Originais

Desconhecidas

Contrafactum

Desconhecidas

Composição/Recriação moderna

Desconhecidas