Toponímia referida na cantiga:
  (linha 4)

João Zorro


Mete el-rei barcas no rio forte;      ←
quem amig'há, que Deus lho amostre;      ←
       alá vai, madre, o[n]d'hei suidade.      ←
  
Mete el-rei barcas na Estremadura;      ←
5quem amig'há, que Deus lho aduga;      ←
       alá vai, madre, o[n]d'hei suidade.      ←



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Nota geral:

Nova cantiga muito breve do ciclo das "barcas novas": o rei lançou as barcas ao mar e a donzela espera, já com saudades, que Deus lhe traga depressa o seu amigo que nelas vai.
Mais uma vez, e ao contrário do habitual em cantigas de amigo, a cena é muito concretamente colocada na Estremadura (portuguesa).



Nota geral


Descrição

Cantiga de Amigo
Refrão e Paralelística
Cobras singulares
(Saber mais)


Fontes manuscritas

B 1156, V 758

Cancioneiro da Biblioteca Nacional - B 1156

Cancioneiro da Vaticana - V 758


Versões musicais

Originais

Desconhecidas

Contrafactum

Desconhecidas

Composição/Recriação moderna

Mete El-Rey Barquas no Rio      versão audio disponível

Versão de Augusto Madrugada