Lista alfabética de cantigas


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E
Cantiga V. musical Autor Género
[...] E pero Deus há gram poder Pero Viviães ou Afonso Anes do Cotom Escárnio e Maldizer
E por que me desamades Osoiro Anes Amor
Eia, senhor, aque-vos mim aqui! João Mendes de Briteiros Amor
El-rei de Portugale João Zorro Amigo
Elvir', a capa velha dest'aqui Pedro Amigo de Sevilha Escárnio e maldizer
Elvira López, aqui noutro dia João Garcia de Guilhade Escárnio e maldizer
Elvira López, que mal vos sabedes João Garcia de Guilhade Escárnio e maldizer
Em almoeda vi estar   Pero da Ponte Escárnio e maldizer
Em Arouca ũa casa faria Afonso Lopes de Baião Escárnio e maldizer
Em este som de negrada Lopo Lias Escárnio e maldizer
Em gram coita andáramos com el-rei Gonçalo Anes do Vinhal Escárnio e maldizer
Em gram coita vivo, senhor Nuno Rodrigues de Candarei Amor
Em gram coita vivo, senhor João de Gaia ou Nuno Rodrigues de Candarei Amor
Em gram coita, senhor D. Dinis Amor
Em grave dia me fez Deus nacer Pero de Armea Amor
- Em grave dia, senhor, que vos oí     D. Dinis Amor
Em grave dia, senhor, que vos vi   João Soares Coelho Amor
Em Lixboa, sobre lo mar        João Zorro Amor
Em muit'andando, cheguei a logar Martim Moxa Sirventês moral
Em outro dia em Sam Salvador Sancho Sanches Amigo
Em preito que Dom Foam há Estêvão da Guarda Escárnio e maldizer
Em que afã que hoje viv'! E sei João Lopes de Ulhoa Amor
Em que grave dia, senhor, [em] que me vos Deus fez veer! Nuno Rodrigues de Candarei Amor
Em Sam Momed', u sabedes João de Cangas Amigo
Em tal perfia qual eu nunca vi Estêvão da Guarda Escárnio e maldizer
Em tal poder, fremosa mia senhor Martim Soares Amor
(En un tiempo cogi flores) Afonso XI Espúria
En'a primeira rua que cheguemos Martim Anes Marinho Escárnio e maldizer
Enas verdes ervas        Pero Meogo Amigo
Enmentar quer'eu do brial Lopo Lias Escárnio e maldizer
Eno sagrado em Vigo       Martim Codax Amigo
Entend'eu bem, senhor, que faz mal sem Paio Soares de Taveirós Amor
Entend'eu, amiga, per bõa fé João Airas de Santiago Amigo
- Escudeiro, pois armas queredes Lopo Lias Escárnio e maldizer
Esso mui pouco que hoj'eu falei     João Garcia de Guilhade Amor
Esta ama, cuj'é Joam Coelho Fernão Garcia Esgaravunha Escárnio e maldizer
Esta senhor, que ora filhei Rui Fernandes de Santiago Amor
Estas donzelas que aqui demandam João Garcia de Guilhade Amigo
Estava meu amig'atenden[d]'e chegou Fernão Rodrigues de Calheiros Amigo
Estava-m'em Sam Clemenço, u fora fazer oraçom Nuno Trez Amigo
Estavam hoje duas soldadeiras João Baveca Escárnio e maldizer
Estes com que eu venho preguntei Lourenço Amor
Estes meus olhos nunca perderám     João Garcia de Guilhade Amor
Estes olhos meus hei mui gram razom Vasco Gil Amor
Estes que agora, madre, aqui som Estêvão Fernandes d'Elvas Amigo
Estes que m'ora tolhem mia senhor Afonso Sanches Género incerto
Estes que ora dizem, mia senhor João Vasques de Talaveira Amor
Estraĩa vida viv'hoj'eu, senhor Estêvão da Guarda Amor
Estranho mal e estranho pesar João Mendes de Briteiros Amor
Eu bem me cuidava que er'avoleza Pero da Ponte Escárnio e maldizer
Eu convidei um prelado a jantar, se bem me venha João de Gaia Escárnio e maldizer
Eu digo mal, com'home fodimalho Pero da Ponte Escárnio e maldizer
Eu fiz mal sem qual nunca fez molher João Lopes de Ulhoa Amigo
Eu, louçana, enquant'eu viva for     Martim Padrozelos Amigo
Eu me coidei, u me Deus fez veer João Soares Coelho Amor
Eu me cuidava, quando nom podia Pero Garcia Burgalês Amor
Eu nunca dórmio nada, cuidand'em meu amigo        João Lopes de Ulhoa Amigo
Eu sei la dona velida Pedro Anes Solaz Escárnio e Maldizer
Eu sõo tam muit'amador Paio Soares de Taveirós Género incerto
Eu velida nom dormia          Pedro Anes Solaz Amigo
Eu, em Toledo, sempr'ouço dizer Pero da Ponte Escárnio e maldizer
Eu, mia senhor, nom hei poder Martim Peres Alvim Amor
Eu, mui coitado, nom acho razom Lopo Amor
Eu, que nova senhor filhei Osoiro Anes Amor

 

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